O século XX sem sombra de dúvidas foi o século da descoberta das tecnologia e futuramente nos livros de história certamente terão nomes de inventores ou grupos responsáveis pelas maiores modernizações em nossa sociedade.
O primeiro voo do 14 BIS certamente ficou marcado como um grande passo tecnológico na humanidade, afinal, o poder de voar era algo até então inimaginável para o ser humano. Mas será que seria justo atribuir este feito apenas ao conhecido Santos Dummont? Certamente ele não fez este feito sozinho. Certamente ele teve ajuda para pensar em seus detalhes, na sequência dos erros e acertos, até chegar enfim ao sucesso do grande feito. Mas se querer tirar-lhe o mérito, este foi apenas o primeiro passo para que o avião fosse cada dia mais aperfeiçoado por vários e vários engenheiros e chegamos ao avião que conhecemos hoje.
O mesmo ocorre com todos os outros campos da tecnologia. As necessidades da sociedade ditam as regras das novas descobertas. Na verdade, cada descoberta surge a partir de uma necessidade e porque não, de um capricho, na expectativa de estar sempre superando cada vez mais os próprios desafios.
Através dos desafios as tecnologias avançam e fazem parte da vida das pessoas: nas roupas, na alimentação, na telefonia na TV.
Para muitos quando se fala em tecnologia, acredita-se estar falando apenas de informática, esquecendo-se da TV que esta em sua sala mostrando no comercial apelativo o quanto é interessante trocá-la por uma de LCD. Oras, ela não esta funcionando normalmente? Sim, está! Mas o desejo de consumo de uma nova tecnologia também é uma necessidade humana. As tecnologias inovam, o desejo de consumo aumenta, a produção de imagens se modifica e como num ciclo vicioso tudo se moderniza, e sem perceber, fazemos parte do processo em uma velocidade que este século nos impõe.
Se o século XX foi a era das descobertas o século XXI certamente será lembrado como a era da velocidade tecnológica, onde muitos criam ou participam ou são responsáveis pela renovação que acontece a cada dia.
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